O Provedor de Justiça, António do Espírito Santo, assinou no passado dia 8 de maio, o último protocolo de cooperação com os órgãos do Poder Local, desta feita com o Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava,Pedro José Silva Morais e com o Presidente da Assembleia Municipal, Benvindo Cabral Almeida.
Com esta assinatura, a Provedoria de Justiça cumpre uma das suas metas preconizadas que é permitir a todos os cidadãos do país o acesso ao Provedor de Justiça através de um ponto de acesso instalado nos serviços municipais
O protocolo cujo objetivo é facilitar o acesso dos cidadãos ao Provedor de Justiça como órgão de defesa e promoção dos direitos, liberdades, garantias e interesses legítimos dos mesmos, assegurando, através de meios informais e gratuitos, a justiça e a legalidade do exercício dos poderes públicos, foi rubricado com os órgãos do Poder Local de 21 municípios do país, excepto o Municipio da Praia, por ser onde se encontra a sede da Provedoria.
 

Dando continuidade a assinatura dos Protocolos de Cooperação com os Órgãos do poder local, iniciado em 2017, o Provedor de Justiça, António do Espírito Santo Fonseca, assinou a 24 de abril, o protocolo com o Presidente da Câmara Municipal do Tarrafal de São Nicolau, José João Freitas de Brito, e com o Presidente da Assembleia Municipal, Raimundo Ramos Francês Lopes. O protocolo tem por objetivo facilitar o acesso dos cidadãos ao Provedor de Justiça como órgão de defesa e promoção dos direitos, liberdades, garantias e interesses legítimos dos mesmos, assegurando, através de meios informais e gratuitos, a justiça e a legalidade do exercício dos poderes públicos, através de um ponto de acesso a ser instalado nos serviços municipais. No acto da assinatura o Provedor de Justiça frisou que o protocolo significa que, a partir de agora os munícipes do Tarrafal de São Nicolau podem chegar mais rapidamente ao Provedor, a partir do ponto de acesso. De relembrar que o mesmo Protocolo já foi rubricado com 20 dos 21 órgãos do Poder Local previstos, faltando somente o municípios da Ribeira Brava.

A Comissão Especializada de Educação, Cultura, Saúde, Juventude, Desporto e Questões Sociais, da Assembleia Nacional, reuniu-se no dia 22 com o Provedor de Justiça, para recolher  subsídios para o seu plano de atividades para o presente ano parlamentar.

Esta visita enquadra-se no lote de uma série de contactos que esta 5ª Comissão pretende realizar a algumas instituições ligadas à justiça, de modo a solicitar informações e dados sobre casos de violação e de violência em relação a crianças e idosos.

Do encontro com o provedor António Espírito Santo, a presidente desta Comissão Especializada Parlamentar, Maria Celeste Fonseca, disse que a sua equipa esteve a fazer um exercício para tentar compreender os meandros dos casos que hoje em dia acontece na sociedade cabo-verdiana.

Disse que a situação da criança e do adolescente em Cabo Verde têm passado por tentáculos profundos na sua orientação, alegando que a própria configuração urbanística impeça a liberdade das crianças, de forma a extravasar as suas energias, tendo alertado para que todos os sectores da vida e da sociedade estejam implicados na educação das crianças.

Celeste Fonseca disse que atualmente “há mudanças profundas a serem feitas na sociedade cabo-verdiana, na forma como se orienta e educa”, e clama por uma prevenção das crianças junto das comunidades, sobretudo as mais problemáticas, ao nível das violações, da violência em casa, do abandono escolar.

Promete desenvolver uma série de ações, após a recolha de subsídios junto das autoridades que lidam com estas problemáticas, para que a ação desta comissão seja mais produtiva e positiva possível, mediante procura de parcerias e mais-valia nesta luta.

Estes contactos da Comissão Especializada de Educação, Cultura, Saúde, Juventude, Desporto e Questões Sociais da Assembleia Nacional iniciaram-se esta terça-feira com uma deslocação à Procuradoria-Geral da República e terminaram na sexta-feira 23 com uma reunião com a ONU Mulheres em Cabo Verde.

 

No âmbito da sua missão e com o objetivo de operacionalizar o eixo estratégico preconizado no seu Plano de Atividades referente a proximidade aos cidadãos, o Provedor de Justiça determinou como meta, o estabelecimento de protocolos de cooperação com os 22 municípios do país.

Desde modo, dando continuidade a assinatura dos Protocolos de Cooperação com os Órgãos do poder local, iniciado em 2017, o Provedor de Justiça, António do Espírito Santo Fonseca, assinou hoje, 14 de março, o protocolo com o Presidente da Câmara Municipal da Boavista, José Luís Lima Santos, e com o Presidente da Assembleia Municipal, Péricles Africano Lima Barros.
O protocolo tem por objetivo facilitar o acesso dos cidadãos ao Provedor de Justiça como órgão de defesa e promoção dos direitos, liberdades, garantias e interesses legítimos dos mesmos, assegurando, através de meios informais e gratuitos, a justiça e a legalidade do exercício dos poderes públicos, através de um ponto de acesso a ser instalado nos serviços municipais.
No acto da assinatura o Provedor de Justiça frisou que o protocolo significa que, a partir de agora os munícipes da Boavista podem chegar mais rapidamente ao Provedor, a partir do ponto de acesso.

De relembrar que o mesmo Protocolo já foi rubricado com 19 dos 21 órgãos do Poder Local previstos, faltando somente os dos municípios da ilha de São Nicolau.

O Procurador-Geral da República, Dr. Óscar Silva Tavares, e o Provedor de Justiça, Eng.º António do Espírito Santo Fonseca procederam na sexta-feira, 09 de fevereiro, à assinatura de um protocolo, acto este que decorreu no edifício da Procuradoria-Geral da República, na cidade da Praia, e contou com a presença do Procurador-Geral Adjunto, Dr. Luís José Tavares Landim e da Provedora- Adjunta, Dr.ª Vera Patrícia Andrade F. Querido.

Aquele documento sistematiza a cooperação entre as partes já prevista em Lei e visa desenvolver ações que contribuem para o reforço de ambas as instituições.

Informação, documentação e formação, bem como a realização de ações inspectivas e formulação de recomendações legislativas são algumas das matérias tratadas no Protocolo.

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